#94 Meu pai, o mais analógico dos humanos, resolveu ser digital.
#93 Ontem à noite, insone, remexendo em gavetas da alma, recebi a visita do silêncio.
#92 Na redação, LM sentia-se em casa.
#91 Na janela do meu estúdio, quem diria, mora uma flor.
A traição de OdessaListen now (3 min) | #90 Nos fundos do açougue havia um galinheiro. E no galinheiro havia Odessa, a galinha.
#89 Tia Norma não conta a idade. Nunca.
#88 Minha dor não começa no dia em que matei meu pai.
OlitaListen now | #87 É só um sonho ruim, Lita; só um sonho ruim.
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A História da Sexta